Raízes Brasileiras.
Essência Italiana.
Com Alma de Boutique.

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Uma mesa de mármore com uma tábua de madeira redonda e uma bola de cera ou argila de cor marrom. Ao fundo, uma decoração de Natal com bolas vermelhas, douradas e verdes, e uma janela com vidro fumê.

Cem por cento autoral. Um acervo vivo de referências que inspiram nosso trabalho e nosso olhar.

Our Story

Essa história vem sendo desenhada desde a primeira geração.
Eventualmente as memórias começam na linha quinta onde, na época, as regiões eram dadas por números ao invés de nomes, conforme as famílias iam se instalando.
Evandro relembra a casa da nona Foppa. O sobrado com o tal do porão de chão batido. O normal, o comum era encontrar as pipas de vinho, os salames, copas.. Mantas de toucinho penduradas.
A fartura italiana se dava à mesa, sem muita diversidade. Era o simples mas, o pão - saindo do forno de barro, não pesava menos que de 2, 3kg. Enormes. Sagu com vinho e o creme branco para ocasiões especiais. Não comparavam quase nada.
Consumiam quase tudo o que criavam e cultivavam alí, enquanto as crianças se divertiam no banho de tanque, um tanto quanto fundo demais para o tamanho delas. A própria banheira de luxo.
Imagem em preto e branco de três gerações: uma avó, um avô e dois jovens, possivelmente netos, sentados juntos por trás de uma parede simples.
Levantar cedo, tirar leite e tratar os porcos, voltar para tomar café e depois a manhã estendida para a roça. Era a rotina nos homens da família. 100 anos. Euclides continuou o ritmo em Bom Jesus, na casa da granja. Falamos dessa despedida há não muito tempo atrás.

A casa da Nonna está de pé até hoje e, continuamos lembrando com carinho da linha quinta. Há um paiol que, na verdade, ocupa um lugar próximo à casa antiga, a primeira, toda de madeira erguida em uma estrutura de pedra, onde todos os filhos nasceram.
Homem jovem usando chapéu, observando plantas no campo.
As próximas gerações não mudaram tão drasticamente assim.
Depois do almoço, Vô Foppa continuou deitando de quinze a vinte minutos, antes de levantar e ir para a roça mais uma vez. A diferença era a família menor, dois filhos e a esposa. As brincadeiras de Euclides com Evandro eram guardadas para os finais de semana, aos sábados e domingos.. Quando tinha "um pouco mais de tempo”. A lutinha entre pai e filho era na grama e terminava com os cachorros entrando para defender alguém e morder os outros.
A casa da granja continuava com algumas lembranças da casa da nonna.
Muitas pipas de vinho. No jardim, cactos e rosas.
Em 1998, Evandro deixou a granja. Saiu para onde, até então, era um país em desenvolvimento. O Paraguay estava cheio de promessas. E desafios. Com a esposa e uma filha recém nascida, foi quase como um tiro certeiro à frente de seu tempo. Mas ele só viria a descobrir, depois.
Homem e menina com um cavalo morto, na grama, em uma parede branca, em preto e branco.
A mais velha, mantém a soneca de quinze minutos pós almoço. Alguns que a conhecem dizem que ela possui algo a provar: uma visão de mundo que parece grande demais.
A brincadeira de luta na grama continuou com seus dois filhos: Julia e Arthur. Evandro, assim como vô Foppa, tinha uma mulher forte ao lado, nunca foi de contar histórias e reservava os finais de semana.
O filho mais novo, segue os passos do pai. Do avô, do nono. Talvez um pouco mais adaptável aos dias atuais. Levantar cedo, tomar café e ir para o campo. Finais de semana dedicados ao “fazer em casa”: a carne, e o espaço para a sobremesa enquanto recebe os amigos de confiança. Não muita diversidade mas sim, ao jeito dele, muita fartura.
A mais velha, mantém a soneca de quinze minutos pós almoço. Alguns que a conhecem dizem que ela possui algo a provar: uma visão de mundo que parece grande demais.
Vista de uma casa com varanda no segundo andar, onde há duas pessoas, uma criança e uma mulher, observando para baixo. No jardim, há várias plantas e uma estrada com três carros estacionados. No fundo, há uma colina com árvores.
Com a confiança testada da juventude e um chip de paixão pelas poucas lembranças da casa da Nona, ela decidiu fazer um nome para si mesmo, em torno de toda a história contada até aqui.

Desde pequena, as lembranças de Julia foram construídas com um pouco da tradição mas, a voz em que mais confia é aquela que está dentro, nos chamando para amar nossas famílias, cultivar nossas relações e entregar a eles a riqueza do nosso tempo. A bagagem de quem saiu para o mundo com 16 anos e entendeu que, cada momento, se transforma em uma experiência, com tudo o que o nosso lado humano tem a oferecer.
Foppa, continuará reconhecida como Foppa. 
Com alma de boutique. Uma coerência entre a simplicidade da casa da Nonna, o prazer no receber, o respeito pelas tradições.
A Holding, que une hospitalidade e negócios, se transformou em uma Coleção de marcas, produtos e experiências. Um acervo para empresas e, pessoas. Reunindo estratégia de modelos de negócio, saúde em torno do compartilhar e, um guia para se permitir explorar lugares e experiências pelo mundo.

De raízes brasileiras.
Essência italiana.